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Como um plugin ausente silenciou nosso Pitest por meses
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Quando configuramos o Pitest pela primeira vez no Sprint 7 para o app Lima, tínhamos grandes expectativas sobre seu impacto na qualidade do código. Nosso objetivo era integrar testes de mutação ao pipeline de CI, rodando semanalmente (cron ‘0 4 * * 1’) com um gate aspiracional de 60% no mutation score. Usamos o plugin Gradle info.solidsoft.pitest:1.15.0, acreditando que tínhamos uma configuração sólida para capturar regressões e impulsionar uma melhor cobertura de testes. Por semanas, o job de CI reportou diligentemente um mutation score de 0, que interpretamos como “testes de mutação são difíceis” e um sinal de que tínhamos trabalho a fazer. Mas a realidade era muito mais constrangedora: nosso quality gate não era difícil de passar, ele estava completamente quebrado.